Governo australiano elevou a penalidade máxima para 99 milhões de dólares australianos após estudos apontarem que a restrição a menores de 16 anos teve pouco efeito prático. Aplicativos Instagram, TikTok, Snapchat, YouTube, Facebook, Twitch e Reddit são exibidos em um celular antes da entrada em vigor de uma nova lei que proíbe redes sociais para usuários com menos de 16 anos na Austrália, nesta ilustração feita em 9 de dezembro de 2025. REUTERS/Hollie Adams Publicidade. SYDNEY, 27 Jun (Reuters) – A Austrália ⁠anunciou neste sábado que dobraria a penalidade máxima ⁠que pode impor às empresas de tecnologia que não cumprirem uma ‌proibição inovadora do uso de redes sociais por crianças, à medida que se acumulam evidências de que a proibição teve pouco efeito sobre ‌o uso por adolescentes. O governo também reforçará os poderes de coleta de informações do órgão regulador da internet, o Comissário de Segurança Digital (eSafety Commissioner), permitindo que ele obrigue as empresas de redes sociais a apresentar evidências das medidas tomadas para impedir que menores de 16 anos criem contas. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.