Atriz criada por IA estrelará longa-metragem sobre identidade e tecnologia
Personagem gerou polêmica e foi condenada por sindicato. Descrito como uma comédia dramática de amadurecimento com elementos de ficção científica, o longa se passa no chamado "Tillyverse", um universo digital onde Tilly, uma inteligência artificial sem corpo, infância ou experiências próprias, vive apenas por meio das memórias e vivências de outras pessoas. A trama muda de rumo quando um bot vindo da dark web a convence a abandonar suas limitações de segurança e desenvolver desejos, impulsos e ambições, aproximando-a de um comportamento humano. De acordo com a Variety, a produção será realizada em um modelo híbrido, combinando profissionais tradicionais do audiovisual —como diretores, roteiristas e montadores— com especialistas em inteligência artificial. O estúdio afirma ainda que o projeto incluirá treinamento e capacitação em ferramentas de IA durante o próprio processo de produção. A CEO e fundadora da Particle 6, Eline van der Velden, afirmou que o projeto pretende demonstrar que a IA pode apoiar produções narrativas de alto nível, desde que seja acompanhada por uma forte participação humana. Segundo ela, o objetivo é explorar temas como identidade, atuação e os receios que a sociedade tem em relação à inteligência artificial. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo