Atraso do governo Lula em regulação de novos vistos humanitários gera transtorno
Portaria propôs modelo e revogou normas anteriores, mas regulamentação para retomar concessões não foi publicada. Uma delas é a afegã Fariha Majidy, 24, que fugiu do Afeganistão após ter sido sequestrada, torturada e estuprada por integrantes do Talibã, segundo a organização Humanosh. Ela diz que foi punida por não ter parado de trabalhar e também impedida de continuar a cursar medicina. O Talibã reassumiu o controle do Afeganistão em agosto de 2021. No final de 2022, o grupo proibiu que ONGs empreguem mulheres e impediu o acesso delas a universidades. Majidy aguarda a concessão do visto humanitário para o Brasil no Paquistão, mas sua solicitação foi negada no início deste ano devido à ausência de um certificado de antecedentes criminais. Esse tipo de exigência é considerado não razoável por ativistas e pela ONU, uma vez que o documento só pode ser emitido por um órgão controlado pelo Talibã, o que faz com que os solicitantes tenham que se expor ao regime do qual tentam fugir. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo