Ele era um dos sete brasileiros a bordo da Global Sumud Flotilla (GSF), frota de ajuda humanitária ao povo palestino, quando foi levado à força por militares israelenses. Sua chegada era esperada para as 16h, mas Ávila ficou retido nas dependências da Polícia Federal, sob pretexto de responder um interrogatório, procedimento que não foi aplicado no retorno de outro integrante da flotilha, Mandi Coelho, conforme disse à Agência Brasil. Ao lembrar que essa não foi sua primeira detenção a mando de Israel, Ávila informou que 50 embarcações devem partir da Turquia, em breve. "A flotilha é o exemplo mais pedagógico de que estamos tratando com um Estado genocida", declarou, citando os assassinatos que vitimam, inclusive, crianças e mulheres, em grande número, e que crianças pequenas também têm sido encarceradas, “outra prova das transgressões praticadas por Israel”. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.