Atividade física ao longo da vida reduz risco de depressão na velhice
Estudo analisou dados de mais de 15 mil pessoas na meia-idade. Foram incluídos participantes de dois grandes projetos: o Estudo Longitudinal Inglês sobre Envelhecimento (ELSA, na sigla em inglês), no Reino Unido, e o Estudo sobre Saúde e Aposentadoria (HRS, em inglês), nos Estados Unidos. Ambos acompanham periodicamente adultos mais velhos, com questionários semelhantes e avaliações realizadas a cada dois anos, o que permite comparações consistentes entre populações diferentes. "Nessa pesquisa, buscamos entender a associação entre a atividade física e a incidência de sintomas depressivos em idosos, usando dois conjuntos de dados muito comparáveis", diz André de Oliveira Werneck, integrante do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP) e primeiro autor do artigo publicado em junho do ano passado no Journal of Affective Disorders. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo