Receitas e medicamentos controlados também são oferecidos em grupos de mensagens. Anúncios como esses aparecem de forma aberta no X (antigo Twitter ) e direcionam usuários para grupos no WhatsApp e no Telegram onde receitas médicas e atestados falsos são vendidos por valores a partir de R$ 40 para todo o país. Ao menos 31 perfis que anunciam o serviço estão ativos no X, segundo levantamento de Ergon Cugler, pesquisador da FGV (Fundação Getulio Vargas) e integrante do DesinfoPop (Laboratório de Estudos sobre Desordem Informacional e Políticas Públicas). Especialistas ouvidos pela Folha afirmam que tanto quem vende como quem compra esses documentos pode responder criminalmente. Compradores correm os riscos associados à automedicação, além de demissão por justa causa. Plataformas afirmam atuar para derrubar esses grupos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.