Pesquisadores identificaram a evidência mais forte já obtida de que planetas fora do sistema solar possuem campos magnéticos. A conclusão vem do comportame. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Astronomia Ciência e Espaço Astrônomos encontram evidências de campos magnéticos em sete exoplanetas gigantes Pesquisadores identificaram a evidência mais forte já obtida de que planetas fora do sistema solar possuem campos magnéticos. A conclusão vem do comportame Lucas Soares 02/06/2026 11:51 Ilustração artística de um exoplaneta com campo magnético - (Crédito: ESO/M. Kornmesser, L. Calçada) Compartilhe: Cientistas acabam de obter a evidência mais robusta até agora de que exoplanetas podem ter campos magnéticos – uma característica que, na Terra, protege a vida da radiação cósmica e ajuda a manter a atmosfera. A descoberta, publicada na revista Nature Astronomy, foi feita medindo os ventos em sete planetas do tipo “Júpiter quente”, gigantes gasosos que orbitam muito perto de suas estrelas. A equipe liderada pela astrônoma Julia Seidel, do Observatoire de la Côte d’Azur, na França, usou telescópios no Chile e no Havaí para observar esses mundos. Todos eles têm um lado permanentemente voltado para a estrela (lado diurno, escaldante) e outro em eterna escuridão (lado noturno, mais frio). Ventos fortíssimos sopram do lado quente para o frio – em Júpiter, os ventos chegam a 25 mil km/h. A surpresa veio ao comparar a intensidade dos ventos com a temperatura dos planetas. “O que se espera é que planetas com temperaturas mais quentes tenham ventos mais fortes”, explicou Seidel em comunicado. “Mas observamos o contrário: os planetas mais quentes são os que têm menos ventos fortes misturando a atmosfera.”. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.