Não há risco de o objeto atingir o planeta, segundo a Agência Espacial Europeia. Ele será visível de regiões do hemisfério norte durante sua fase de aproximação, de praticamente todo o mundo em seu ponto de maior aproximação e apenas do hemisfério sul quando se afastar da Terra. Nos pontos do planeta em que estiver na parte noturna, quem tiver acesso a pequenos telescópios ou binóculos potentes conseguirá visulizá-lo, segundo a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês). "A aproximação de um objeto desse tamanho ocorre apenas a cada poucos anos", afirmou Juan Luis Cano, do Escritório de Defesa Planetária da ESA. Segundo ele, talvez a Lua possa dificultar a observação no momento em que o asteroide estiver mais perto do planeta, devido ao brilho dela. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.