Descubra como o uso do asfalto morno no Rio de Janeiro reduz as emissões de carbono em 10% e diminui os custos de pavimentação em 35%. A Dimensional foi escolhida pela Petrobras e a Coppe – centro de ensino e pesquisa em engenharia ligada à Universidade Federal do Rio de Janeiro – para implementar o asfalto morno em uma via no bairro de Copacabana, no Rio. O objetivo era testar a solução em comparação ao asfalto tradicional. “O asfalto convencional normalmente é usinado com a temperatura média de 165 graus Celsius e aplicado em torno de 140 e 145 graus Celsius. Já o morno é usinado em temperaturas menores, em torno de 135 graus de usinagem, com aplicação em torno de 105 e 110 graus Celsius”, explica Vinicius Benevides, diretor Operacional da Dimensional, que apresentou esta iniciativa durante o InovaInfra, evento realizado em abril pela revista O Empreiteiro. Na ocasião, o projeto sobre o asfalto morno recebeu o prêmio InovaInfra, eleito pelo Júri Independente que avaliou os trabalhos que concorreram ao certame. Na sua apresentação, Benevides contou que para avaliar uma mostra de um e de outro, aplicou-se em uma rua a mistura morna ao lado do asfalto convencional. A execução ocorreu no fim de 2024 e tinha o objetivo de testar com precisão o desempenho tanto na usinagem quanto na aplicação e efeito posterior de ambas soluções. Temas ligados a obras e infraestrutura costumam produzir efeitos concretos sobre planejamento, serviços, logística e decisões de investimento público e privado. Use com naturalidade termos como obras, infraestrutura, mobilidade, litoral norte de SC, Itapema e Balneário Camboriú quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.