Do ateliê de Tóquio às cidades reconstruídas de Fukushima, uma nova geração de fabricantes japoneses disputa espaço com a Suíça. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Casual Guia de Viagens VINHOS TURISMO GASTRONOMIA RELÓGIOS CARROS CEOs NO TEMPO LIVRE Home Casual As marcas japonesas que estão redesenhando a relojoaria independente Do ateliê de Tóquio às cidades reconstruídas de Fukushima, uma nova geração de fabricantes japoneses disputa espaço com a Suíça Entre as marcas japonesas que redesenham a relojoaria independente, a AndoAndoAndo aposta num mostrador em formato de disco de vinil (Divulgação ). O Japão já exportou o walkman e o sushi para o mundo. Agora exporta, cada vez mais, relógios que não vêm das grandes fábricas de Tóquio nem de Osaka, mas de ateliês pequenos, cidades reconstruídas e galpões industriais reconvertidos. O país que inventou o movimento de quartzo nos anos 1970 e que quase destruiu a relojoaria suíça está criando, meio século depois, uma nova fronteira a da relojoaria artesanal independente. A cena existe há décadas, mas permaneceu praticamente invisível fora do Japão. Enquanto Seiko, Citizen e Casio dominavam prateleiras e catálogos no exterior, um circuito paralelo crescia sem muito barulho. Nas últimas temporadas, esse circuito chegou às feiras suíças, aos fóruns de colecionadores e às páginas da imprensa especializada. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.