Eles se recusam a concorrer ao lado de Israel e Rússia. O imbróglio começou quando o júri, liderado pela brasileira Solange Oliveira Farkas, anunciou que não consideraria para premiação os pavilhões de países acusados de crimes contra a humanidade, incluindo Israel e Rússia. Uma semana depois, os mesmos jurados renunciaram coletivamente sem explicação formal. A imprensa noticiou posteriormente que o artista representante de Israel, Belu-Simion Fainaru, havia acusado o júri de antissemitismo, ameaçando recorrer ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos. Em resposta, a Fundação anunciou a criação do Visitors' Lion, uma votação pública para eleger os vencedores da edição –gerando um sentimento de vergonha e repulsa que parece ter atravessado uma grande parte dos artistas e representantes de pavilhões nacionais envolvidos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.