Se não houver queda de emissões no planeta, território queimado no continente crescerá 192% até fim do século. A conclusão pessimista está em artigo publicado nesta quinta-feira (20) no periódico Global Change Biology. Em um cenário de 3,6°C de temperatura global acima dos níveis pré-industriais, a área anual queimada no continente alcançaria um incremento de 192%. Sob um cenário mais controlado, de 1,8°C de aquecimento, em linha com o preconizado pelo Acordo de Paris, a ampliação da destruição florestal se limitaria a 39%. Em outra conclusão, mais otimista, o estudo calcula os efeitos positivos do investimento contínuo no manejo dos incêndios. No pior cenário, evoluir continuamente na prevenção do problema teria potencial para deter 72% da área queimada. Com um aquecimento dentro da meta, o trabalho de prevenção chegaria a 92%, quase neutralizando a questão. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.