Arbitragem na Copa de 2026 progride tecnologicamente, mas falha em manter padrão
Casos envolvendo Messi, Balogun, Vinicius Junior e Bélgica alimentam discussão sobre uniformidade das decisões. A Fifa estreou câmeras corporais nos árbitros, ampliou o uso do impedimento semiautomático e manteve o discurso de que o VAR (árbitro de vídeo) deve intervir apenas em erros claros. O torneio, porém, que está na etapa de mata-matas, coloca com outro debate em evidência: a falta de uniformidade nas decisões. A comparação que mais repercutiu envolve Lionel Messi e Folarin Balogun. Na estreia da Argentina, Messi acertou a panturrilha de um jogador da Argélia com as travas da chuteira. O árbitro de campo, o polonês Szymon Marciniak, mandou o jogo seguir, e o VAR não recomendou revisão. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo