Apreensão de cripto pela PF dispara, mas uso criminoso já supera bilhões
Número é só fração dos valores movimentados com crimes como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. A cifra esconde, porém, que as quadrilhas movimentam montantes muito acima disso, que chegam às dezenas de bilhões de reais. Essas moedas digitais, cuja adoção por investidores no Brasil cresce a cada ano, foram apreendidas pelas autoridades durante operações contra violações de direitos humanos, tráfico de drogas, crimes online e ambientais, além de lavagem de dinheiro. Nos últimos dois anos, a Polícia Federal encontrou bitcoins e stablecoins (criptomoedas cujo valor está atrelado a uma moeda fiduciária como o real ou o dólar), por exemplo, ao investigar ataques hackers contra a infraestrutura do Pix no Banco Central, que desviaram R$ 1,5 bilhão. Noutro caso, a PF identificou um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou sozinho R$ 12,2 bilhões entre 2017 e 2020. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de SP