Aposta em ações de software e resistência aos chips corroeram desempenho, ativos e base de clientes da Polen Capital. A Polen Capital fez justamente isso — e mais — ao desprezar a Nvidia, a estrela em alta dos chips de inteligência artificial, e apostar na Adobe, uma das empresas mais pressionadas pela disrupção da IA. Só que a gestora demorou demais para rever a tese. Agora, seus executivos tentam conter os danos. Sediada em Boca Raton, na Flórida, a Polen não está na lista das gigantes do setor. Mas a gestora, com quase meio século de história, virou um exemplo claro de como ficar de fora de um grande vencedor pode mudar o destino de uma casa de investimentos em meio ao boom da IA. Em apenas quatro anos, seus ativos encolheram 60%, ou quase US$ 50 bilhões. Hoje, somam cerca de US$ 33 bilhões. Guia gratuito Onde Investir no 2º semestre Baixe agora! A disputa por posições ligadas à IA só aumenta para investidores de todos os tipos. Agora que a SpaceX abriu capital, Anthropic e OpenAI caminham para ofertas públicas gigantescas. Os riscos também cresceram nos mercados privados, onde gestores de ativos alternativos fizeram apostas pesadas em empresas de software que agora levantam dúvidas entre investidores sobre o potencial de serem atropeladas pela IA. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.