Escolha de Patrus Ananias encerra principal impasse da campanha petista; no PL, negociações estaduais ainda dificultam definição da chapa presidencial às vésperas das convenções. Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, no Palácio Itamaraty, em Brasília. Foto: Ricardo Stuckert / para Publicidade. A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de lançar o deputado federal Patrus Ananias ao governo de Minas Gerais eliminou o principal foco de indefinição da campanha petista às vésperas das convenções partidárias. Com o segundo maior colégio eleitoral do país encaminhado, Goiás passou a concentrar a única lacuna relevante do mapa de alianças do presidente. No campo adversário, o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ainda tenta destravar negociações e definir palanques em dez estados e também ainda não anunciou seu candidato a vice-presidente. A definição em Minas encerrou uma negociação que se arrastava havia meses. Antes de optar por Patrus, Lula tentou convencer o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSB), o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), o empresário Josué Gomes (PSB) e a ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT) a disputar o governo estadual. Com sucessivas recusas, decidiu bancar uma candidatura própria do PT. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.