Após pedido de RJ, Casas Bahia busca empréstimo de R$ 1 bi e aposta no marketplace
As ações da companhia tiveram a negociação suspensa várias vezes ao longo do pregão de ontem diante da forte oscilação e fecharam em baixa de 33%, a R$ 0,44. A Casas Bahia protocolou na noite de domingo um pedido de recuperação judicial com dívidas que somam R$ 17,3 bilhões e um total de 28 mil credores, no que chamou de “a pior crise desde sua fundação”, há 74 anos. A varejista divulgou no fim de semana, com atraso, um prejuízo de R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre, patamar 18 vezes acima do resultado registrado no mesmo período do ano passado. Em um retrato da turbulência, as ações da companhia tiveram a negociação suspensa várias vezes ao longo do pregão de ontem diante da forte oscilação e fecharam em baixa de 33%, a R$ 0,44. Recuperações judiciais crescem 20,4% em 12 meses, mas setor tem 686 empresas falidas. O executivo afirma que a recuperação judicial garante que as “fortalezas da companhia fiquem preservadas”. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney