PM Alan Damasceno Castro, de 27 anos, morreu em outubro de 2016 com três tiros em sua casa em Osasco (SP). Acusada de matar o marido durante uma discussão, Ranielly, 36, sempre negou o crime. Disse que Alan atirou contra si mesmo e que o que ocorreu foi uma tragédia. A perícia, porém, nunca conseguiu determinar de forma definitiva qual das duas versões era verdadeira. O laudo apontou que as duas hipóteses, homicídio ou suicídio, eram compatíveis com as provas colhidas durante a investigação. A morte ocorreu por volta das 23h de 25 de outubro de 2016 em Osasco, na Grande São Paulo. Alan havia acabado de chegar em casa, ainda fardado, quando começou uma discussão com Ranielly. Segundo a cabeleireira, o policial a acusava de traição, o que ela negava. Em algum momento, Alan foi atingido por três tiros disparados pela sua própria arma, uma pistola semiautomática calibre.40. Morreu a caminho do hospital, em decorrência de uma hemorragia interna. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.