Banco projeta pausa do Copom em agosto e diz que juros só vão cair se pesquisas eleitorais indicarem compromisso com ajuste fiscal. Imagem mostra a sede do Banco Central do Brasil, em Brasília (Foto: Agência Brasil) Publicidade. O Morgan Stanley acredita que os juros prefixados de curto prazo no Brasil vão subir rumo a 15% ao ano, após o Copom retirar do comunicado qualquer referência sobre o ritmo e a extensão do afrouxamento monetário. A tese é que o mercado ainda não precifica adequadamente o risco de alta de juros. “Com uma pausa agora oficialmente sobre a mesa, acreditamos que a curva de DI tende a embutir mais prêmios de alta, em direção a 100 pontos-base”, afirma o relatório. No nível atual de 14,715%, o DI Jan/29 já embute cerca de 46 pontos-base acima da Selic projetada para esse prazo, e o Morgan Stanley projeta que essa diferença deve crescer ainda mais. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.