Crise energética dificulta acesso à informação na ilha, e moradores expressam cansaço e desejo de mudança. Apagões generalizados na ilha, afetada pela escassez de combustível, e sinais de telefone instáveis fizeram com que a notícia da nova e acentuada escalada na campanha de pressão dos EUA sobre o regime cubano demorasse a chegar a muitos dos próprios moradores de Cuba. Presos no torniquete de um regime repressivo e de severas sanções americanas, os cubanos que conseguiram ver a notícia em seus smartphones com bateria acabando e em televisões de tubo se dividiram quanto à legitimidade das acusações dos EUA —que acusam Castro de homicídio e conspiração na derrubada de dois aviões em 1996, que matou quatro pessoas, incluindo três americanos. "Isso tem que mudar", disse Yoandy Benítez Ramirez, 24, trabalhador de uma fábrica de tabaco em Havana. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.