Anvisa reforça importância de testes específicos para as canetas paraguaias
Após reportagem da Folha, agência reafirma que medicamentos do Paraguai não são equivalentes ao Mounjaro. A nota " Canetas do Paraguai NÃO demonstraram equivalência com medicamentos registrados no Brasil " afirma que "é falsa a informação de que testes laboratoriais comprovaram a equivalência de canetas contrabandeadas com os produtos registrados no Brasil". Publicada na Folha no último sábado (5), a reportagem "Canetas emagrecedoras do Paraguai têm princípio ativo equivalente ao do Mounjaro, mostra análise da Unicamp " afirma que os medicamentos paraguaios vendidos como versões de tirzepatida (princípio ativo do Mounjaro) contêm, de fato, a substância, conforme revelou o resultado apresentado pela Universidade de Campinas. O estudo da Unicamp analisou a presença, a concentração e a estrutura molecular do princípio ativo das amostras dos medicamentos Tirzedral, TG, Lipoless, Tirzec e Gluconex, produzidas pelos laboratórios paraguaios Catedral, Indufar, Eticos, Quimfa e Lasca, respectivamente. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo