Anvisa mantém proibição a Ypê: tire dúvidas sobre bactéria Pseudomonas aeruginosa
Microrganismo é grave e consegue resistir em ambientes úmidos, mas raramente causa infecção entre indivíduos saudáveis; veja os riscos à saúde. Nesta sexta-feira, a Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu, por unanimidade, manter a proibição de diversos produtos de limpeza da marca Ypê. Os itens não podem ser utilizados, fabricados, distribuídos ou vendidos no país. Os produtos já haviam sido vetados na semana passada, mas a medida foi suspensa após a empresa ter apresentado um recurso, que gera um efeito suspensivo automático. Em reunião ontem, porém, os diretores da agência sanitária avaliaram o recurso e decidiram manter a proibição. Segundo o órgão, uma inspeção na fábrica da empresa em Amparo, São Paulo, identificou a bactéria Pseudomonas aeruginosa em mais de 100 lotes de produtos, além de outras irregularidades. E a lista de itens atingidos é grande: todos os lava-louças (detergentes), sabões líquidos para roupas e desinfetantes cujos lotes terminam com o número 1. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney