Alerta teria partido da própria Eli Lilly, farmacêutica detentora do registro do Mounjaro, que identificou no mercado nacional unidades com características divergentes do padrão. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta sexta-feira, 10, a proibição de comercialização, distribuição e uso, além da apreensão, de quatro lotes falsificados de Mounjaro (tirzepatida). Conforme a Anvisa, o alerta da falsificação do fármaco partiu da própria Eli Lilly, farmacêutica detentora do registro do Mounjaro, que identificou no mercado nacional unidades com características divergentes do padrão original de fábrica. O Estadão ainda não conseguiu contato com a farmacêutica. Segundo a agência reguladora, as fraudes variam desde o uso de numerações de lotes que não são reconhecidos pela fabricante até inconsistências nos sistemas de rastreabilidade, como um número de serial incompatível com o lote informado. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.