Anvisa aprova novo medicamento oral para câncer de mama avançado
Medicamento é indicado para pacientes que não responderam à terapia endócrina. Desenvolvido pela Eli Lilly do Brasil, o fármaco é indicado como monoterapia —ou seja, sem combinação com outros medicamentos— para pacientes que já tenham passado por terapia endócrina e não tenham respondido satisfatoriamente ao tratamento. De acordo com a agência, o tipo de tumor atendido pelo remédio é o resistente a hormonioterapias, é positivo para receptor de estrogênio (ER+), negativo para receptor 2 do fator de crescimento epidérmico humano (HER2-) e com mutação no receptor de estrogênio 1 (ESR1m). Em comunicado à imprensa, a farmacêutica diz que as alterações no gene ESR1 surgem ao longo do tratamento como um mecanismo de resistência à hormonioterapia e se tornam cada vez mais frequentes conforme a doença avança. "Em pacientes com câncer de mama metastático que já receberam ao menos uma linha de tratamento hormonal, essas alterações podem estar presentes em até metade dos casos de resistência hormonal, dependendo do tipo e do tempo de exposição à terapia prévia", afirma a Eli Lilly do Brasil. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo