Iglesias avalia que o Brasil demorou a acompanhar a evolução das normas internacionais e agora paga o preço dessa demora. “Tic, tac, tic, tac”. A indústria da carne acompanha com atenção a contagem regressiva até 3 de setembro, data que marca a entrada em vigor das novas exigências da União Europeia para a importação de produtos de origem animal. Caso o Brasil não consiga comprovar o cumprimento das regras até lá, poderá ficar impedido de embarcar carne bovina para o bloco. Historicamente conhecida pelo rigor de suas normas sanitárias, a União Europeia avalia que o Brasil ainda precisa apresentar garantias adicionais relacionadas ao uso de antimicrobianos na produção animal. Segundo Fernando Iglesias, analista da Safras & Mercado, o principal desafio não está apenas na exigência em si, mas na forma como o processo de adequação vem sendo conduzido. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.