Antes estigmatizado, Pajubá guarda memória da resistência LGBTQIA+
O vocabulário foi usado para comunidade se proteger e incorpora termos de línguas africanas, como o iorubá e o banto, além de contribuições do francês, italiano, espanhol e inglês. Em meio ao Mês do Orgulho LGBTQIA+, o Museu da Diversidade Sexual (MDS) promove, nesta quinta-feira (25), uma discussão aberta para todos os públicos sobre o reconhecimento da linguagem Pajubá como patrimônio linguístico. Esta linguagem foi criada para cifrar conversas da comunidade e ganhou força durante o período da Ditadura Militar. O vocabulário incorpora termos de línguas africanas, como o iorubá e o banto, além de contribuições do francês, italiano, espanhol e inglês. A palavra “pajubá”, inclusive, significa segredo, conversa ou novidade em iorubá. Por muito tempo, contudo, a linguagem foi estigmatizada por ser amplamente utilizada por trabalhadoras sexuais travestis, segundo conta Amara Moira, escritora e curadora da Masterclass Pajubá:. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Agência Brasil