'Anos de terapia não mudaram meu marido. O que fazer?' - 13/06/2026 - Equilíbrio
Casada há 38 anos, leitora avalia dar um prazo de um ano para o fim do tratamento do marido. A terapeuta dele, que também já foi minha, só reforçava esse padrão: não cobrava pagamento adiantado e aceitava apenas o que o convênio reembolsava, o que raramente acontecia, porque ele não fazia os pedidos de reembolso. Fiquei incomodada, mas tolerei a situação porque não queria ficar sem ele. Eu disfarçava as bagunças que ele deixava, cuidava de todas as questões financeiras e o valorizava por ser um homem inteligente, gentil e amoroso. Acho que se trata de uma questão bioquímica: ele tem déficit de atenção sem hiperatividade. A terapia acabou há alguns anos, quando ele parou de ir, de repente. Há dois anos, ele começou uma nova psicoterapia semanal remota, para as mesmas dificuldades. Consegui que ele passasse a pedir os reembolsos regularmente, mas o tratamento ainda custa um valor considerável. Ele diz "podemos pagar" —graças a mim. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo