Consumidores terão custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos pelo segundo mês seguido. A agência afirmou que a bandeira com cobrança extra foi mantida "devido ao período seco no Brasil, o que leva a uma geração hidrelétrica menor e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado". De janeiro a abril deste ano, a bandeira tarifária permaneceu verde, sem custos adicionais, "refletindo as condições favoráveis de geração", diz nota da Aneel. Em maio, a bandeira amarela entrou em vigor devido a redução de chuvas na transição do período chuvoso para o seco. A primeira mudança de bandeira do ano levou a um aumento de 2,16% na conta de luz e pressionou o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), que registrou a maior inflação para maio em dez anos. Quando a análise do IPCA-15 considera os componentes de modo individual, a principal pressão em maio veio da energia elétrica (0,09 p.p.). O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.