Certame é questionado no TCU e na Justiça por ter preço-teto elevado em quase 100%. Na prática, o ato suspende, até segunda ordem, a oficialização do pregão, e congela a contratação das empresas. Entre os principais vencedores estão Eneva, ligada ao banco BTG Pactual; a Âmbar, da J&F dos irmãos Batista; a Copel; e a Petrobras. Em ato protocolado nesta quarta-feira (13), o diretor Fernando Mosna, relator do caso, afirmou que é "recomendável aguardar a deliberação do Poder Judiciário", antes da oficialização do pregão. A homologação estava prevista para ser colocada em pauta na reunião da próxima terça-feira (19), mas agora não tem data para acontecer. Mosna cita que, caso o processo seja resolvido, uma reunião extraordinária da Aneel pode ser convocada a qualquer momento para deliberar rapidamente o tema. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.