Fenômeno climático pode alterar produndamente regime de chuvas no Brasil até 2027, diz agência. O diretor da Aneel, Samuel Feitosa, declarou existir um sorteio extraordinário —ou seja, a distribuição de processos urgentes aos diretores do órgão— para cuidar do caso. "Quem acompanha de perto o setor elétrico deve ter visto que houve um sorteio extraordinário de um processo instruído pela área de fiscalização, já se antecipando às secas extremas da região Norte. Isso aconteceu para antecipar recursos para que os operadores independentes, os geradores, comprem combustível e estoque nas regiões, porque poderemos ter o risco de não haver possibilidade de tráfego de rios, de barcos, para levar esses combustíveis", afirmou ao discursar durante a abertura do workshop "Super El Niño e a Resiliência do Setor Elétrico Brasileiro", realizado na manhã desta quinta-feira (20). Feitosa diz que há grande dificuldade em gerenciar crises em um país tão diverso como o Brasil. Se por um lado é esperado que o Super El Niño conduza a falta de chuvas no Norte, por outro, enchentes severas são aguardadas nas regiões Sul e Sudeste, além de incêndios florestais no Centro-Oeste brasileiro. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.