Análise: Rússia vacila e pode ter que negociar com a União Europeia
Governos europeus discutem representante da União Europeia em eventuais negociações com Putin. Assine Fechar sidebar menu Minha Folha Newsletters Minha assinatura Forma de Pagamento Editar senha e conta Atendimento Sair United States of America flag English edition Edición en español Edição Folha Últimas Textos da edição folha Casafolha Clube Gourmet Clube Folha Bem-estar Educação Gastronomia Lazer e Cultura Turismo Folha Jogos Séries Folha Todas opinião Editoriais Charges Tendências/Debates colunas mais populares Mais lidas Mais comentadas acervo folha fotografia política Lula eleições 2026 painel Entrevista da 2ª brasília hoje economia imposto de renda investimentos previdência painel s.a. agrofolha mercado imobiliário folha ESG mpme publicidade legal recall energia limpa tecnologia veículos cotidiano rio de janeiro loterias Educação Folha Estudantes Folha de redação Enem Ranking Universitário Folha escolha a escola mundo guerra no irã guerra israel-hamas guerra da ucrânia estados unidos china rússia israel coreia do norte venezuela ambiente cop30 saúde Vita equilíbrio ciência ilustrada mônica bergamo quadrinhos painel das letras coleções folha ilustríssima esporte copa do mundo campeonato paulista campeonato brasileiro futebol internacional notícias por estado São Paulo Rio de Janeiro Minas Gerais mais estados podcasts F5 outro canal Bichos celebridades horóscopo Folha Social+ guia folha turismo folhinha folhateen comida CozinhAÍ deltafolha dias melhores Seminários Folha empreendedor social tv folha o melhor de sãopaulo parceiros Aeroin Agência Fapesp BBC News Brasil Bloomberg Deutsche Welle Financial Times Mensagem de Lisboa Piauí Público Quatro Cinco Um Radio France Internationale The Conversation The Economist The New York Times banco de dados painel do leitor mais seções folha en español folha in english folhaleaks folha tópicos versão impressa Mapa do site classificados fale com a folha Canais para o leitor anuncie (publicidade folha) atendimento ao assinante erramos ombudsman painel do leitor Sobre a Folha sobre o grupo folha expediente política de privacidade projeto editorial treinamento trabalhe na folha Contraste Claro Escuro Siga a folha Link externo, abre página da Folha de S.Paulo no X Link externo, abre página da Folha de S.Paulo no Linkedin Link externo, abre página da Folha de S.Paulo no Instagram Link externo, abre página RSS da Folha de S.Paulo Descrição de chapéu Análise Contextualiza um acontecimento e aprofunda a compreensão de seus diversos ângulos. Uma newsletter sobre geopolítica e economia global, editada pelo jornalista João Caminoto, de Paris. Por décadas, Vladimir Putin cultivou uma imagem de invulnerabilidade. A guerra na Ucrânia começou a desgastá-la. O que se vê agora, mais de quatro anos depois da invasão, é um acúmulo silencioso de sinais de fragilidade —no campo de batalha, na economia e nas ruas, onde o desgaste ainda é difícil de medir. No front, a Ucrânia mantém o impasse. Kiev aperfeiçoou sua campanha de drones contra a infraestrutura energética russa e, segundo estimativas do setor, forçou Moscou a reduzir a produção de petróleo em até 400 mil barris por dia —a queda mensal mais acentuada em cerca de seis anos. Três dos principais portos de exportação russos foram atingidos. A economia reflete isso. Pela primeira vez em três anos, o Produto Interno Bruto russo recuou. O indicador do clima de negócios atingiu, em março, o pior nível desde outubro de 2022 —quando a mobilização parcial lançou o país em pânico. O próprio Putin reconheceu o problema publicamente em abril, cobrando do governo e do Banco Central medidas para estimular a atividade. Para um líder que transformou o crescimento econômico em pilar de legitimidade, admitir isso não é trivial. Por trás dos números há uma sangria demográfica que não tem solução rápida. Cerca de 700 mil homens estão no front. O número de mortos é desconhecido —Moscou não divulga. Até 700 mil pessoas podem ter deixado o país após a mobilização de 2022, segundo estimativas; uma mão de obra em geral qualificada, que faz falta. Para tentar compensar, a Rússia recorreu a trabalhadores migrantes da Ásia Central, mas endureceu as regras de permanência depois de um atentado em Moscou em 2024. O resultado: o país tinha 6,3 milhões de estrangeiros no início de 2025 e 5,7 milhões ao fim de janeiro de 2026 —uma queda de 10% em um ano. A presidente do Banco Central, Elvira Nabiullina, disse sem rodeios: a Rússia jamais havia enfrentado uma escassez de mão de obra como a atual. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo