A eleição ocorrerá apenas em outubro, mas sua influência sobre os ativos brasileiros já começou. Leia análise de Matheus Spiess. A Copa do Mundo terminou há uma semana. O evento que concentrou a atenção do país durante o último mês ficou para trás e, com o apito final, outra disputa passa a ocupar o centro do debate doméstico. Não se trata apenas de uma mudança de assunto. A partir de agora, a eleição presidencial deixa de ser um risco distante, tratado em cenários hipotéticos, e começa a adquirir nomes, alianças, programas e probabilidades mais concretas. O calendário ajuda a entender essa mudança de fase. Entre 20 de julho e 5 de agosto, partidos e federações realizam suas convenções para escolher formalmente as candidaturas e definir coligações. Até 15 de agosto, esses nomes devem ser registrados na Justiça Eleitoral. A campanha começa oficialmente no dia 16, o primeiro turno será realizado em 4 de outubro e um eventual segundo turno ocorrerá em 25 de outubro. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.