Produto é utilizado pelas indústrias de grãos e laticínios; Correcta e Bravalat também compraram lenha de fazendeiros autuados por escravidão. Search Trabalho escravo Documentos apontam que Amaggi e Durli compraram lenha de autuado por escravidão Produto é amplamente utilizado pelas indústrias de grãos, carnes e laticínios como biomassa energética; Correcta e Bravalat também aparecem como compradoras de lenha de fazendeiros autuados por trabalho escravo, revela investigação da Repórter Brasil Por Daniela Penha | Edição Igor Ojeda 07/07/2026 05:30 + GRANDES EMPRESAS de grãos, carnes e laticínios compraram lenha de produtores autuados nos últimos quatro anos por submeter trabalhadores a condições análogas à escravidão na extração de madeira, revela uma investigação da Repórter Brasil. Estão nessa lista Amaggi, Correcta — empresa incorporada à multinacional Bunge após a compra da lenha —, Durli Agropecuária — subsidiária do grupo Durli, um dos maiores exportadores de couro do país — e Bravalat— fornecedora da marca de laticínios Ipanema, vendida em grandes supermercados, como o Carrefour. Em junho deste ano, a Repórter Brasil já havia revelado que um fornecedor de lenha da Aurora, gigante do setor de carnes processadas, havia sido investigado pelo Ministério Público do Trabalho pelo mesmo crime. A lenha é amplamente utilizada pela indústria como biomassa energética em processos como aquecimento de caldeiras, geração de vapor, secagem e pasteurização. Em alguns casos, pode substituir os combustíveis fósseis. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.