Governo identificou “sonegação sistemática”, jornadas excessivas e outras irregularidades trabalhistas contra funcionários do Banco Digimais. Search mundo do trabalho Alvo da PF, banco de Edir Macedo deve quase R$ 2 milhões a trabalhadores Fiscalização da Superintendência Regional do Trabalho de São Paulo identificou “sonegação sistemática”, jornadas excessivas e outras irregularidades trabalhistas contra funcionários do Banco Digimais entre 2019 e 2025 Por Jeniffer Mendonça | Edição Diego Junqueira 25/06/2026 12:07 + ALVO DE UMA OPERAÇÃO da Polícia Federal por suspeita de fraude financeira, o Banco Digimais deve quase R$ 2 milhões em encargos trabalhistas aos funcionários. A instituição é ligada ao bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal e proprietário da Record TV, organizações historicamente associadas ao partido Republicanos. Ao todo, o banco deve R$ 1,94 milhão por infrações trabalhistas ocorridas entre dezembro de 2019 e janeiro de 2025, segundo informações de fiscalização do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) obtidas pela Repórter Brasil. Entre as irregularidades estão o não pagamento de horas extras, 13º salário e FGTS, a supressão de intervalos para descanso durante e entre jornadas, o descumprimento de folgas e a imposição de jornadas excessivas. O banco recorre das autuações. A apuração iniciada em 2024 analisou mais de 676 mil registros de jornada, folhas de pagamento, banco de horas, arquivos digitais dos dois CNPJs do banco e visita à sede, no bairro Cidade Monções, área nobre da capital paulista. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.