Mesmo desacelerando em abril, o aluguel comercial acumula alta de 9,66% em 12 meses e supera o avanço da venda comercial. 26/05/2026 00:00 Leitura: 4 Minutos Compartilhar Compartilhar Trabalho presencial mantém demanda por empreendimentos comerciais O preço do aluguel comercial subiu menos entre março e abril, diminuindo o ritmo de alta de 0,89% para 0,55%, a menor variação mensal de 2026, segundo o índice FipeZap. Com a aceleração das leituras de inflação (+0,67% pelo IPCA) e de índices gerais de preço (+2,73% pelo IGP-M), a locação comercial registrou perda real no quarto mês do ano. Apenas quatro cidades registraram no mês passado aumento acima dos preços ao consumidor: Salvador (+3,27%), Curitiba (+1,82%), Florianópolis (+0,98%) e Niterói (+0,92%). O aluguel comercial subiu a metade do que em abril de 2025, período em que aumentou 1,08%. Mas a comparação em 12 meses ainda dá vantagem para 2026, que marcou valorização de 9,66%, ante 7,83% no mesmo período de 2025. Esse resultado evidencia o acúmulo de reajustes para este segmento no último ano, momento em que se acentuou a volta ao regime de trabalho presencial, com aumento da demanda por esse tipo de imóvel. O índice FipeZap reflete os preços de anúncios de salas e empreendimentos comerciais de até 200 metros quadrados. Mesmo com perda de força em abril, a alta do aluguel comercial foi suficiente para manter performance mais positiva do que a evolução do valor de venda deste tipo de imóvel, em qualquer comparação. Confira:. No mercado imobiliário, notícias desse tipo podem alterar percepção de risco, velocidade de decisão e apetite por investimento em ativos reais. Use com naturalidade termos como mercado imobiliário, valorização, imóveis, investimento imobiliário, litoral norte de SC e Balneário Camboriú quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.