Aluguel acelera em abril, supera inflação e pressiona mais o orçamento das famílias
No acumulado de 2026 até abril, os aluguéis já avançam 3,51%, acima dos 2,60% do IPCA e também do IGP-M que ficou em 2,93%; em 12 meses, a alta acumulada chega a 8,40%,. O mercado de locação residencial voltou a ganhar força em abril e a pressionar o bolso das famílias brasileiras. Os preços dos aluguéis subiram 1,04% no mês, acelerando frente à alta de 0,84% registrada em março e marcando o maior avanço mensal desde abril de 2025, quando o índice havia subido 1,25%, de acordo com levantamento do Índice FipeZAP. O avanço de abril foi tão forte que superou tanto a inflação ao consumidor medida pelo IPCA de 0,67% quanto a alta dos preços de venda dos imóveis residenciais de 0,51%, indicando que o mercado de locação segue mais pressionado que o de compra e venda. O movimento chama atenção porque ocorre num ambiente em que a inflação oficial segue elevada, bem como os juros, restringindo ainda mais o acesso ao crédito imobiliário e dificultando a migração de inquilinos para a casa própria. Na prática, o aluguel continua sendo a única saída para quem não consegue financiar, porque comprar ficou caro demais. E é justamente essa demanda mais forte que acaba alimentando novas altas no aluguel, tornando-se o principal motor dessa disparada. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney