Alta do petróleo com guerra dá atratividade ao SAF, mas uso na aviação ainda é desafio
Setor responde por 2,5% de emissões de dióxido de carbono e preço do querosene subiu com guerra no Irã. O fechamento do estreito de Hormuz, canal crucial para o escoamento de petróleo e gás, levou analistas a questionarem se o conflito afetaria as emissões totais de gases de efeito estufa da aviação —responsável por cerca de 2,5% das emissões globais de dióxido de carbono. A escassez de combustível poderia significar menos voos ou investimentos maiores em alternativas de menor pegada de carbono, como o combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês). Até agora, porém, o transporte aéreo global não foi tão atingido quanto se temia. As companhias aéreas de fato aumentaram preços, impuseram taxas de combustível e cancelaram alguns voos em resposta à crise. Mas o desabastecimento generalizado não se concretizou, e executivos da Ryanair e da easyJet disseram na semana passada que não estão preocupados no curto prazo. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo