Alistamento de presidiários para guerra esvazia prisões na Rússia
Grupo Wagner liderou recrutamento inicial oferecendo perdão após seis meses de combate. "Se no final de 2021 tínhamos 465 mil detentos, agora são 282 mil, dos quais 85 mil estão em prisão preventiva", afirmou o diretor do o Serviço Federal Penitenciário russo, general Arkadi Gostev, à agência de notícias TASS na última quinta-feira (14). Gostev argumentou que entre os principais fatores que incidiram na redução da população penal estariam o aumento de penas alternativas ou não relacionadas à privação de liberdade, como prisão domiciliar e a restrição de movimento. Por outro lado, ele admitiu que "nos últimos tempos, o trabalho de recrutamento para as Forças Armadas exerce uma certa influência ". O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo