Entorno do pré-candidato à Presidência avalia que investigação amplia impacto do caso Master, enquanto governistas admitem preocupação com narrativa de que caso atingiu diferentes. Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado) Publicidade. A operação da Polícia Federal (PF) que teve como alvo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), provocou desconforto entre aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas foi recebida com entusiasmo por integrantes do entorno do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O entorno do pré-candidato à Presidência viu a ação da PF como uma oportunidade de explorar politicamente o caso do Banco Master, ainda que com cautela diante das próprias relações de Flávio com o banqueiro Daniel Vorcaro, que vieram à tona no caso do filme Dark Horse. Reservadamente, governistas admitem que a operação cria um problema político para o Planalto ao atingir um dos quadros mais importantes do governo no Congresso justamente em uma investigação que vinha sendo usada por aliados de Lula para desgastar adversários. A avaliação é que a entrada de Jaques Wagner no caso dificulta a tentativa de associar o escândalo exclusivamente a personagens da oposição. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.