O conselho da agência da ONU exigiu a preservação da navegação sem taxas ou entraves, em meio à disputa entre EUA e Irã que elevou o petróleo Brent ao patamar de US$ 80. FOTO DE ARQUIVO: O petroleiro Odessa, transportando petróleo bruto dos Emirados Árabes Unidos após atravessar o Estreito de Ormuz com o transponder do Sistema de Identificação Automática (AIS) desligado, navega nas águas do porto de Daesan, onde era esperado para descarregar a carga, em Seosan, Coreia do Sul, em 8 de maio de 2026. REUTERS/Kim Soo-hyeon/Foto de arquivo Publicidade. O conselho da Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês) reafirmou a importância de preservar os direitos e liberdades de navegação em conformidade com o direito internacional. No que diz respeito aos desafios no Estreito de Ormuz e em suas imediações, o conselho do IMO condenou os ataques a navios comerciais civis e apelou à redução das tensões na região do Oriente Médio. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.