Adoção de IA em empresas está em "fase mais profissional", avalia VP da Microsoft
Para Eduardo Campos, atenção a custos e governança entraram na pauta das companhias. Uma crescente preocupação com custos e governança no uso de agentes de inteligência artificial está levando grandes empresas a uma “fase mais profissional” baseada em projetos estruturados e escala na implementação de ferramentas. Quem faz a avaliação é Eduardo Campos, vice-presidente da área de Soluções Tecnológicas da Microsoft Brasil ( MSFT34 ). Nos últimos anos, a órbita das conversas sobre IA generativa migrou dos chats para o uso de agentes: sistemas capazes de executar tarefas de forma autônoma e que podem ser criados apenas com indicações em texto do usuário. Acontece que, em algumas corporações, a possibilidade de desenvolver ferramentas sem usar códigos de programação favoreceu a proliferação de aplicações criadas por áreas de negócio que não eram de tecnologia da informação. “Essas ferramentas de pouco código permitem que não haja dependência da área de tecnologia, mas ao mesmo tempo, também não tem todo o suporte da área de tecnologia para uma parte superimportante: os freios de segurança e observabilidade”, comenta Campos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
Este assunto faz parte da cobertura de Economia. Para aprofundar a navegação, explore também as editorias conectadas abaixo e leia mais matérias relacionadas ao tema.

Publicidade · Compra direta
Conheça empreendimentos de alto padrão em Meia Praia, Itapema, fale direto com a Koch Construtora e receba atendimento comercial pelo WhatsApp.
Quero comprar com a construtora
Fonte: InfoMoney