ADATA abre jogo sobre preços no Brasil e crise de RAM: "não vai melhorar"
A crise de memórias RAM e de componentes seguiu do fim de 2025 até os dias atuais, sem qualquer sinal de melhora. Em entrevista exclusiva para o C. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Reprodução/XPG A crise de memórias RAM e de componentes seguiu do fim de 2025 até os dias atuais, sem qualquer sinal de melhora. Em entrevista exclusiva para o Canaltech, o gerente nacional de vendas e marketing para a área de canais da ADATA — Daniel Santarem — apontou que ainda é cedo para determinar o seu fim. A companhia, que produz os módulos na sua fábrica de Santo Antônio da Posse, em São Paulo, reforça que não se deve cair em ilusões e estimativas “otimistas” que diversos analistas apontam para a indústria tecnológica. De olho nas movimentações de mercado, nada mudou. WhatsApp Continua após a publicidade Sob o seu ponto de vista, essa crise que vem do advento das inteligências artificiais não está próxima de terminar. Dentro dessas negociações e em contato direto com os demais fabricantes, o prospecto é um só: toda a cadeia de fornecimento está comprometida e desafogar isso não será rápido. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
Este assunto faz parte da cobertura de Tecnologia. Para aprofundar a navegação, explore também as editorias conectadas abaixo e leia mais matérias relacionadas ao tema.

Publicidade · Compra direta
Conheça empreendimentos de alto padrão em Meia Praia, Itapema, fale direto com a Koch Construtora e receba atendimento comercial pelo WhatsApp.
Quero comprar com a construtora
Fonte: Canaltech