Ações brasileiras devem "andar de lado" com juros e eleições no radar, diz JPMorgan
Banco americano prevê Bolsa lateral no Brasil após rali e saída de capital externo. Gráfico de ações e câmbio com bandeira do Brasil (Imagem elaborado com auxílio da Inteligência Artificial) Publicidade. SÃO PAULO, 13 Mai (Reuters) – Estrategistas do JPMorgan avaliam que o Brasil e a América Latina ainda são vistos como um relativo ‘porto seguro’ e uma alternativa de diversificação frente a mercados emergentes com forte peso em tecnologia, mas veem o mercado acionário no Brasil reduzindo o fôlego após o rali do começo do ano. ‘No médio prazo, acreditamos que as ações brasileiras devam andar de lado, considerando o ritmo mais lento de afrouxamento monetário e a incerteza eleitoral’, afirmam em relatório enviado a clientes com data de terça-feira, destacando ainda que o real já se encontra em um nível forte e não deve se apreciar muito mais, ‘o que se torna um fator assimétrico para investidores estrangeiros’. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney