Acidez ‘rara’ e colheita rápida: os segredos por trás do azeite catarinense premiado
Empresa familiar em Luzerna, no Meio-Oeste de SC, conta com 15 hectares de olival novo e aposta em logística contra o relógio e controle de temperatura impecável para produzir um. Empresa familiar em Luzerna, no Meio-Oeste de SC, conta com 15 hectares de olival novo e aposta em logística contra o relógio e controle de temperatura impecável para produzir um azeite de excelência. O segredo para produzir um dos azeites de oliva mais puros do mercado não está apenas na variedade da fruta, mas na velocidade contra o relógio. Uma empresa familiar liderada pelo produtor Rui Carlesso, em Luzerna, no Meio-Oeste catarinense, tem chamado a atenção de especialistas e amantes da gastronomia ao alcançar um índice de acidez de apenas 0,14% em seu azeite extravirgem — uma taxa raríssima na olivicultura nacional. Para fins de comparação, a legislação internacional exige que um azeite tenha acidez máxima de até 0,8% para receber o selo extravirgem. Quanto menor esse percentual, menor é a oxidação da fruta e mais elevados são o frescor, a complexidade aromática e a qualidade nutricional do alimento. Temas ligados a obras e infraestrutura costumam produzir efeitos concretos sobre planejamento, serviços, logística e decisões de investimento público e privado. Use com naturalidade termos como obras, infraestrutura, mobilidade, litoral norte de SC, Itapema e Balneário Camboriú quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: ND Mais