Grupo trabalhava em condições precárias no corte de cana em uma fazenda. Trabalhadores não tinham equipamentos de proteção, camas para dormir ou carteira de trabalho assinada. De acordo com auditores-fiscais, os trabalhadores faziam corte de cana-de-açúcar e entre os resgatados havia um adolescente de 17 anos. Eles não tinham carteira de trabalho assinada. Conforme a fiscalização, o grupo foi aliciado na Região Nordeste e no interior paulista com a promessa de que teriam contrato de trabalho formal e alojamento adequado. O recrutamento era feito por um empreiteiro contratado pelo dono da fazenda. No entanto, na fazenda, os trabalhadores faziam o corte manual da cana com uso de facões, tinham de ficar de pé durante toda a jornada e expostos ao sol e à chuva. A jornada era de segunda-feira a domingo, sem descanso. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.