Debate entre Abear e sindicato expõe impasse sobre jornadas, custos e futuro da malha aérea nacional. Mercado Agências e Operadoras Feiras e Eventos Hotelaria Política Parques e Atrações Destino Brasil Exterior Transportes Aviação Transportes Terrestres Cruzeiros Serviços Seguro Viagem Vai e Vem Oportunidades profissionais Turismo em Dados Tendências MICE Luxo ESG Tecnologia e Inovação Multimídia Fotos Vídeos Blogs Edições Digitais HUB Pesquisar Dólar: 5,07 Euro: 5,89 Redes sociais:. Setor aéreo cita alta do QAV e debate trabalhista como fatores de pressão operacional (Freepik/Wirestock) O debate sobre o fim da escala 6×1 ganhou um novo capítulo no setor aéreo brasileiro. Durante reunião da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), em Brasília, o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas ( Abear ), Juliano Noman, afirmou que o texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) pode comprometer a operação das companhias no país, principalmente em voos internacionais e rotas regionais. Segundo Noman, as regras atuais da aviação exigem jornadas diferenciadas por questões técnicas e de segurança operacional. O executivo afirmou que pilotos e comissários seguem protocolos específicos relacionados à fadiga, fusos horários e períodos mínimos de descanso determinados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Esse tipo de atualização também pode influenciar fluxo de visitantes, consumo, serviços e planejamento do setor turístico. Use com naturalidade termos como turismo, temporada, praias, litoral catarinense e fluxo de visitantes quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.