Autora de Persépolis, um dos maiores clássicos da literatura gráfica, a artista iraniana deixa um legado inestimável de ativismo, honestidade e luta pelos direitos das mulheres. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Casual Guia de Viagens VINHOS TURISMO GASTRONOMIA RELÓGIOS CARROS CEOs NO TEMPO LIVRE Home Casual A última página de Marjane Satrapi, a maior voz feminina nos quadrinhos Autora de Persépolis, um dos maiores clássicos da literatura gráfica, a artista iraniana deixa um legado inestimável de ativismo, honestidade e luta pelos direitos das mulheres Marjane Satrapi: a primeira mulher iraniana a escrever uma história em quadrinhos. O ano é 1969. Na cidade de Rasht, norte do Irã, nasce Marjane Ebihamis, vinda de uma família feliz e funcional. Anos mais tarde, o regime iraniano toma conta do país com uma política teocrática e autoritária. Teerã vira uma cidade de mártires. Parte dos direitos das mulheres é extinta. É quando nasce o nome artístico da primeira mulher iraniana a escrever e publicar uma história em quadrinhos: Marjane Satrapi. Escritora, ilustradora, roteirista e cineasta, Satrapi teve a ousadia de lançar ao mundo Persépolis, uma história que, anos mais tarde, se tornaria uma das maiores obras já feitas na 9ª arte. Em 352 páginas, ela misturou a própria história de amadurecimento, da infância à fase adulta, à geopolítica do Irã. Suas crenças, revoltas, realizações, tantas primeiras vezes dentro e fora do país natal vão, aos poucos, se mesclando à retomada de um governo cruel. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.