A roupa nova da governança corporativa
Quando o ciclo vira, o mercado expõe o que era estratégia e o que era ilusão. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Líderes Extraordinários Home Líderes Extraordinários A roupa nova da governança corporativa Quando o ciclo vira, o mercado expõe o que era estratégia e o que era ilusão Governança corporativa: juros altos expõem fragilidades escondidas em ciclos de expansão. (Pexels/Divulgação). No clássico de Hans Christian Andersen, “A Roupa Nova do Imperador”, dois tecelões prometem ao Imperador uma roupa feita de um fio tão especial que seria invisível para qualquer um que fosse tolo ou inapto para o cargo. O desfecho é uma lição de psicologia das massas: por medo de parecerem incompetentes, ministros e súditos aplaudiram o vazio, até que a voz de uma criança revelou a óbvia nudez do monarca. Transportando a fábula para as diversas “Faria Lima” do Brasil, o "fio invisível" de Andersen assumiu a forma de alavancagem agressiva, expansões desenfreadas, tanto orgânicas quanto via M&A, e um otimismo corporativo que ignorou as leis básicas da gravidade econômica. Enquanto os juros estavam baixos, a "roupa" parecia magnífica. Agora que a maré baixou e os juros insistem em não cair na velocidade desejada, o que vemos é um desfile de nudez estratégica em praça pública. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Exame