Um estudo global sobre trabalho e inteligência artificial expõe um inconveniente para qualquer CEO brasileiro: o gargalo da transformação não é o funcionário. É a cultura. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Carreira Guia de Carreira FUTURO DO TRABALHO VAGAS DE EMPREGO CARREIRA INTERNACIONAL CONCURSOS MUNDO RH Home Carreira A próxima vantagem competitiva não será a IA — será a capacidade de absorvê-la Um estudo global sobre trabalho e inteligência artificial expõe um inconveniente para qualquer CEO brasileiro: o gargalo da transformação não é o funcionário. É a cultura corporativa que ele encontra quando chega A vantagem competitiva, defende a Microsoft, não estará mais em adotar IA, mas em absorvê-la no conhecimento institucional (SvetaZi/Getty Images for National Geographic Magazine). Joaquim Santini Pesquisador, consultor e palestrante sobre a vida organizacional. Há um dado no novo Work Trend Index 2026 da Microsoft que deveria estar pregado na parede de toda sala de conselho deste país: dos vinte mil profissionais de IA pesquisados em dez mercados, o Brasil é o que mais tem “Frontier Professionals” (profissionais que atuam na fronteira entre diferentes áreas do conhecimento, combinando habilidades técnicas, humanas e digitais para resolver problemas complexos). Segundo o estudo, 27% dos usuários brasileiros já operam em outro patamar, contra 17% nos Estados Unidos, 13% no Japão e apenas 8% na França. Isto é, o capital humano que sua empresa tanto reclama que não existe está, na verdade, sentado à sua frente. Em volume superior ao do mercado americano. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.