Trabalhadores de várias gerações indicam que qualidade de vida, equilíbrio emocional e autonomia ganharam peso semelhante — ou até superior — ao avanço hierárquico. A nova ambição do trabalhador é ter tempo — não apenas dinheiro (Foto: Pexels) Publicidade. Durante décadas, a lógica do mercado de trabalho parecia relativamente simples: crescer na carreira exigia jornadas longas, disponibilidade total, pressão constante e sacrifícios pessoais considerados parte natural da ascensão profissional. O sucesso era medido por cargo, salário, bônus e status corporativo. Mas uma série de estudos recentes sugere que esse pacto começou a mudar. Em diferentes pesquisas divulgadas nos últimos meses, trabalhadores de várias gerações passaram a indicar que qualidade de vida, equilíbrio emocional e autonomia ganharam peso semelhante — ou até superior — ao avanço hierárquico tradicional. Mais do que uma mudança de comportamento, os dados começam a indicar uma transformação mais profunda na relação das pessoas com o trabalho. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.